sexta-feira, 1 de abril de 2011

Rede Evangélica Nacional de Ação Social

Rede Evangélica Nacional de Ação Social

Aliança/Pacto para proteção da criança e do adolescente
Nós, organizações participantes da RENAS – Rede Evangélica Nacional de Ação Social, reunidos em São Paulo nos dias 21 a 23 de março de 2011, achamos paz em firmar este pacto/aliança, diante de Deus e dos homens, a favor da proteção da criança e adolescente, lutando contra o abuso, violência e exploração sexual neste grande país.

Tendo em vista que:
a) Estatísticas mostram que no mundo (OMS) a casa 15 segundos uma criança ou adolescente sofre abuso, violência e exploração sexual;
b) A maioria destas crianças ou adolescente sofre o abuso dentro de casa;
c) A violência, o abuso e a exploração sexual é pecado que afronta a dignidade do ser humano e o Deus que ama o ser humano criado a sua imagem e semelhança;
d) Somos organizações com recursos humanos, técnicos e financeiros para lidar com a questão;
e) Deus ouviu o clamor destas crianças;

Comprometemos-nos a:
a) Buscar o discernimento da vontade de Deus, seu poder e intervenção;
b) Desenvolver estudos sobre esta questão que procurem as causas, as conseqüências e que proponham intervenções, ações, parcerias e articulações;
c) Elaborar programas de atuação das entidades que representamos, tanto preventivas quanto de apoio e socorro;
d) Articular com outras lideranças existentes no Brasil visando fortalecer a Rede de proteção à criança;
e) Mobilizar as igrejas e outras organizações e movimentos para que atuem como voz e ação profética, denunciando o pecado. E como vocação pastoral cuidar dos feridos e vitimados criando espaços de acolhimento e refugio.
f) Dar voz e aos oprimidos e explorados para que possam se defender;

São Paulo, 23 de março de 2011.

quinta-feira, 17 de março de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Presenciamos a Morte das Denominações nos EUA, diz Teólogo


fonte: Christianpost

 
Estamos sendo testemunhas da morte das denominações cristãs nos EUA? Questionou-se recentemente Russel D. Moore, decano do Seminário Teológico Batista do Sul em Lousiville.

Um artigo recente do jornal Wall Street Journal, Moore assegurou que, de acordo com estudos realizados por organizações cristãs e seculares, estamos sendo sim.

Moore disse que cada vez menos Cristãos norte-americanos se identificam com uma denominação religiosa em particular, como os metodistas, batistas, presbiterianos e pentecostais e assegurou que cada vez mais os Cristãos escolhem uma Igreja não por pertencer a uma denominação concreta, senão baseando-se em questões mais práticas.

É fácil de encontrar o centro? Gosto eu da música? Existem grupos de apoio para aqueles que lutam com vícios? São alguns dos critérios enunciados.

Segundo Dean, esta tendência é uma extensão natural da experiência evangélica americana. Após a Segunda Guerra Mundial, a nova geração de evangélicos enfrentou as congregações que consideravam que lhes faltava vida espiritual. O povo pertencia a uma Igreja, mas parecia que dentro do templo que teve uma experiência que marcou sua vida.

Segundo a Pesquisa da Religião na Universidade de Baylor, as Igrejas não denominacionais representam hoje o segundo maior grupo dentro da faixa que compõem as Igrejas protestantes americanas e são também as que mais crescem.

Moore acredita que os reformadores querem voltar ao básico, para recuperar a centralidade de um relacionamento pessoal com Jesus, cumprindo o tema sempre presente no púlpito evangélico: "Ser membro de uma Igreja não faz de você um Cristão, da mesma forma que viver em uma garagem não faz de você um carro."
Por Ana Vargas / Correspondente do Christianpost


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011