terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Presenciamos a Morte das Denominações nos EUA, diz Teólogo


fonte: Christianpost

 
Estamos sendo testemunhas da morte das denominações cristãs nos EUA? Questionou-se recentemente Russel D. Moore, decano do Seminário Teológico Batista do Sul em Lousiville.

Um artigo recente do jornal Wall Street Journal, Moore assegurou que, de acordo com estudos realizados por organizações cristãs e seculares, estamos sendo sim.

Moore disse que cada vez menos Cristãos norte-americanos se identificam com uma denominação religiosa em particular, como os metodistas, batistas, presbiterianos e pentecostais e assegurou que cada vez mais os Cristãos escolhem uma Igreja não por pertencer a uma denominação concreta, senão baseando-se em questões mais práticas.

É fácil de encontrar o centro? Gosto eu da música? Existem grupos de apoio para aqueles que lutam com vícios? São alguns dos critérios enunciados.

Segundo Dean, esta tendência é uma extensão natural da experiência evangélica americana. Após a Segunda Guerra Mundial, a nova geração de evangélicos enfrentou as congregações que consideravam que lhes faltava vida espiritual. O povo pertencia a uma Igreja, mas parecia que dentro do templo que teve uma experiência que marcou sua vida.

Segundo a Pesquisa da Religião na Universidade de Baylor, as Igrejas não denominacionais representam hoje o segundo maior grupo dentro da faixa que compõem as Igrejas protestantes americanas e são também as que mais crescem.

Moore acredita que os reformadores querem voltar ao básico, para recuperar a centralidade de um relacionamento pessoal com Jesus, cumprindo o tema sempre presente no púlpito evangélico: "Ser membro de uma Igreja não faz de você um Cristão, da mesma forma que viver em uma garagem não faz de você um carro."
Por Ana Vargas / Correspondente do Christianpost


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Polícias de SP anunciam mudanças em seus departamentos

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Na Polícia Civil, oito novos nomes foram anunciados pelo delegado-geral
Na PM, a principal mudança ocorreu na Corregedoria do órgão

Marcos Carneiro concede primeira entrevista como Delegado Geral da Polícia Civil de São Paulo nesta segunda-feiraMarcos Carneiro é o novo delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo
recém-empossado delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Marcos Carneiro, e o comandante-geral da Polícia Militar do estado São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, que permaneceu no cargo após a troca no governo do estado, anunciaram na noite desta terça-feira (11) várias mudanças de nomes na chefia dos diversos departamentos das corporações, de acordo com a assessoria da Secretaria da Segurança Pública.
Na Polícia Civil, são oito novos nomes no comando dos departamentos. O novo diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) é o delegado Carlos José Paschoal de Toledo. Ele formou-se em direito pela Universidade de São Paulo (USP) em 1984 e, dois anos depois, ingressou na Polícia Civil como delegado. Já foi diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Departamento de Administração e Planejamento (DAP). Desde outubro de 2009, Toledo ocupava a diretoria do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
No Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), assume o delegado Youssef Abou Chahin, que exercia a função de delegado seccional de Carapicuíba, também na Grande São Paulo. Chahin já foi diretor do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) e titular da 8ª Delegacia Seccional da capital (São Mateus, na Zona Leste).
O atual diretor do Deic, delegado Gaetano Vergine, assumirá o Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol). O delegado já chefiou a Corregedoria Geral da Polícia Civil e foi titular a Divisão de Crimes contra o Patrimônio, do Deic.
Atual titular da 5ª Delegacia Seccional da Capital (Leste), o delegado Nelson Silveira Guimarães assume o Deic. Guimarães já dirigiu o Demacro e atuou no DHPP.
O delegado Wagner Giudice chefiará o Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc). Ele construiu boa parte de sua carreira na Divisão Antissequestro do Deic. Atuou em casos de grande repercussão, como os sequestros do publicitário Washington Olivetto e da filha do empresário Silvio Santos, Patrícia Abravanel.
Pela primeira vez, uma mulher assume o cargo de delegada-geral adjunta. Ana Paula Batista Ramalho Soares já foi diretora do Departamento de Análise e Planejamento (DAP) da Polícia Civil, e atuava como delegada divisionária do Demacro.
Marco Antonio Martins Ribeiro Campos deixa a chefia da Assistência Policial Civil da SSP e assume a Academia de Polícia Civil (Acadepol). Com mais de 50 anos de carreira na polícia, ele já dirigiu o Denarc.
E o delegado Nelson Rodrigues, que atuava na Assessoria para Assuntos Prisionais da SSP, comandará a Assistência Policial Civil.
Foram mantidos os diretores dos nove departamentos de Polícia Judiciária do Interior, além do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Marco Antônio Desgualdo; Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), delegado Dejar Gomes Neto; do Departamento de Identificação e Registros Diversos (Dird), o delegado Elson Alexandre Sayão; do Departamento de Análise e Planejamento (DAP) da Polícia Civil, delegado Luiz Maurício Souza Blazeck; e da Corregedoria da Polícia Civil, a corregedora Maria Inês Trefiglio Valente.
  
Polícia Militar 
Em relação ao comando da Polícia Militar, o coronel Álvaro Batista Camilo foi convidado a permanecer no cargo de comandante-geral pelo secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto. Camilo anunciou mudanças na Corregedoria da PM, na Escola Superior de Soldados e no Centro de Altos Estudos de Segurança (Caes).
A Corregedoria passará a ser comandada pelo coronel Sérgio Luiz dos Santos, em substituição ao coronel Admir Gervásio Moreira, que assumiu o cargo de secretário-chefe da Casa Militar. A Escola Superior de Soldados será comandada pelo coronel Luiz Eduardo Pesce de Arruda, que comandava o Centro de Altos Estudos de Segurança, onde desenvolveu trabalho na sedimentação dos cursos de mestrado e doutorado da PM.
E o Caes será comandado pelo coronel Marco Antonio Alves Miguel, em substituição ao coronel Arruda. Ele ocupava o cargo de assessor policial militar da Secretaria da Segurança.

Fonte:  G1